Venha conhecer o segundo membro da família V7, que já está em exposição no nosso stand de vendas, juntamente com a V7 Classic.
É necessário dar um salto de quarenta anos para compreender a evolução do mito da Moto Guzzi V7 Sport, o modelo que inspirou esta nova criação.
Em 1969, os técnicos da casa de Mandello del Lario aumentaram a cilindrada do seu bicilíndrico em V a 90º de 703 para 757csc, conseguindo assim um sensível incremento das prestações, e ao mesmo tempo mantendo intocável a proverbial reputação de fiabilidade e robustez que havia decretado o sucesso da V7 no mercado. Consciente do potencial deste propulsor, a Moto Guzzi decide publicitar os resultados obtidos, criando para isso um protótipo carenado da V7 Special com a nova motorização. Em Junho e Outubro desse ano, o protótipo é testado em Monza, com resultados notáveis para a época: 100 km percorridos à velocidade média de 218,426 km/h e 1000 km a 205,932 km/h.
A criação da versão final é então atribuída a Lino Tonti, um dos mais geniais projectistas italianos da época, que sobre o generoso motor constrói um ligeiríssimo quadro tubular em CrMo. Baixa, longa, e curvada entre as suspensões, a V7 Sport surge no mercado com um pouco usual arranjo cromático, obtido com a justaposição de um verde chamado “Legnano” sobre um quadro vermelho nas primeiras 150 unidades e preto nas seguintes.
Dotada de um excelente comportamento dinâmico, a V7 Sport impressionou o público e a crítica especializada por ser a primeira moto de produção em série com capacidade de superar os 200 km/h.
Símbolo da moto desportiva “all’italiana”, a V7 Sport reaparece agora no traço distintivo da nova Moto Guzzi V7 Café Classic. Une-as a excelência do comportamento dinâmico e a classe expressa nos apontamentos estilísticos comuns, como a tonalidade verde Legnano da super-estrutura, os ricos cromados, os avanços do guiador inclinados, o painel de instrumentos e outros detalhes inconfundivelmente Moto Guzzi.